quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Cantinho meu, cantinho meu... Deverei eu profanar-te com as mudanças que me são impostas pela vida? Conseguirei eu dedicar-me a ti com a mesma alma de outrora, a que em mim já não mora da mesma forma? Deixei-te definhar, tal como quem em ti escrevia com tamanha alegria, a que lhe é inerente mas não tão crédula ou crente na espécie humana... Aprendemos com a vida e com ela pagamos facturas penosas, mas as piores são as que pagamos sem serem nossas....

Ainda me lembro de ti, ainda te visito e relembro os momentos de alento que senti ao escrever em ti... Quem sabe Pensamentos, se um dia não revivemos esses momentos? Nunca serão iguais por certo, mas nunca os esquecerei jamais... Saudades da menina que em ti escrevia...

9 comentários:

izzie disse...

Desde que voltes, te sintas tu...
A evolução não é algo mau, é algo necessário.

Beijinho,

antonio - o implume disse...

Jeee! Voltaste?

Flowheart disse...

A menina que outrora escrevia e que em nós as suas lágrimas e sorrisos transmitia, será sempre a mesma, os pensamentos é que sofrem com a falta das palavras que nos deslumbram, mas a menina continua como sempre, e assim o será para sempre...
Bjs

Kotta1947 disse...

Tenho saudades enormes porque te sentia como amiga, o mesmo se passa por cá algumas coisas mudaram.Um dia preciso de te falar.Talvez te ligue. Um beijo grande.kotta

Kotta1947 disse...

Tenho saudades enormes porque te sentia como amiga, o mesmo se passa por cá algumas coisas mudaram.Um dia preciso de te falar.Talvez te ligue. Um beijo grande.kotta

sonhos/pesadelos disse...

izzie,

É necessária sim, nem que para isso as marcas sejam indeléveis, mas parte do nosso crescimento.

Obrigada linda pelo teu carinho.

sonhos/pesadelos disse...

antonio - o implume,

voltei sim... e já te li!

;)

sonhos/pesadelos disse...

Flowheart,

A menina tende a perder-se, como as palavras que escrevia, mas a essência dela nunca muda, contra ventos e marés.

Beijinho

sonhos/pesadelos disse...

Kotta,

Já vi que sim... a amizade está cá, mesmo que em silêncio e à distância, ela não morre.

Sabes onde estou Kotta... eu espero com muito carinho.

Beijo meu